Alessandra mamãe da Gabrielle e esperando o Davi

Blog EntryRelato do parto da GabrielleJun 25, '08 5:15 PM
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Relato do parto da Gabrielle.

 

Eu sabia que o ano de 2007 seria um ano que me traria muitas mudanças pessoais, mas não imaginava que uma delas iria mudar minha vida para sempre!

Comecei o ano numa correria frenética com preparativos do casamento. Em 07 de Abril de 2007, já á noite, olhamos um para o outro e pensamos. “Finalmente agora podemos respirar em paz”.

Só pensamos que seria assim, tivemos exatamente três meses de “respiro” até descobrirmos a gravidez.

A concepção da Gabi aconteceu no nosso aniversário de namoro, de 31 de Julho para 01 de agosto, e eu estava usando o anti baby ainda.

Descobri a gravidez no dia 23/08/2007, depois de ir à consulta com a gineco por achar que estava com infecção urinária, não tinha dado tempo de ter atraso na menstruação e como eu estava indo muito ao banheiro achei que era uma infecção, na consulta ela ia colher o papa e percebeu meu útero alterado. Sai de lá com o pedido de BetaHCG nas mãos direto pro laboratório. P resultado só sairia à noitinha e foram às horas mais longas da minha vida, eu pensava “não posso estar grávida usando anti baby” ironia do destino ou planos divinos? Eu estava grávida!

Quando peguei o resultado pela internet, olhei mil vezes e não conseguia concatenar as idéias, eu via os fatores de referencia e ainda pensei “cacete, porque não vem escrito positivo ou negativo?”. Pedi ajuda á uma amiga da internet que tem esposo médico para me ajudar, e ela me disse “Parabéns você esta gravidissima!” nessa hora a única coisa que me passou pela cabeça “como é que vou contar isso aos meus pais?”... pensamento besta esse não? Mas na hora eu não me toquei que não devia satisfações.

Leo chegou em casa e eu ainda tava “assustada” com a historia, pedi pra ele ver o resultado, ate então ele não sabia que eu tinha feito um beta, e ele disse, acho que você ta mesmo, dormimos mal não sei se ansiosos ou com medo, durante toda a semana conversamos sobre tudo que podíamos quanto a planejamento, pois mudaríamos o rumo de muitos dos planos de agora em diante.

No retorno a medica começou minha peregrinação por um parto normal, desde sempre eu falava que quando eu fosse ter um bebê, se é que teria, tinha de ser por parto normal.

Já no retorno perguntei para a gineco como proceder para o parto normal e a resposta foi que numa cesárea se tem mais controle da situação, sai de lá indignada.

Conversando com uma amiga que participava de um grupo na internet, a Carla, fui apresentada ao Materna SP, e comecei a me informar melhor, passei por seis médicas até chegar na Dra. Alessandra Mollo, indicada pela Ana Cris, mas já avisada que ela é adepta do parto normal e não do parto natural, e assim continuei meu pré natal com ela.  Cheguei a passar em uma consulta com a Dra. Andrea, mas um problema na família me impediu de conseguir pagar um parto natural com a equipe dela.

Acabei aceitando que meu parto seria com a Dra. Alessandra mesmo, elaborei meu plano de parto, convidei a Luana para ser minha doula e lá fomos nós na consulta, discutir o PP e a Lua conhecer a doutora. Saímos do consultório elaborando um plano, já que a Dra Ale preferia que a doula fosse uma conhecida da equipe.

A Lua iria me acompanhar todo o tempo em casa e chegando no hospital entrariam ela e o Leo na LDR como se não soubessem da restrição da Dra.

 

Dia 17/4

Combinamos com a Luana de vir em casa conversar com o Leo, dar umas dicas sobre o inicio do TP.

Mal sabíamos que seria a primeira e única visita antes do parto.

Minha ultima consulta tinha sido dia 15/4 e a Dra. Havia dito que ia demorar ainda, pois o colo estava grosso e zero de dilatação, mas eu tinha enfiado na minha cabeça que a bebe nasceria depois do dia 20 virada da lua e tal.

Dia 19/4

Acordei e fui ao banheiro como todo santo dia, mas percebi no papel higiênico um sanguinho, do banheiro chamei o Leo e mostrei o papel toda sorridente, e ele com cara de sono me perguntou se tava tudo bem. Eu respondi que achava que sim, não tava sentindo nada, mas o sanguinho podia ser bom sinal.

Corri para o computador ver se achava a Luana on line, mas não tinha ninguém na verdade, mandei um torpedo pra ela que me respondeu para ligar para a minha médica ou falar com a Ana Cris, não pensei dois vezes, mandei um torpedo para a AC, mas sem assinar.

Quando a Ana me ligou a primeira coisa “Quem ta falando?” eheh achei até engraçado pq eu esqueci de assinar mesmo. Contei do sanguinho e ela me disse que era meu útero se abrindo que era só eu esperar poderia ser rápido poderia demorar dias.

Então ta, vamos esperar!

Me deu maior euforia, fui tomar banho, arrumei a cama e recrutei marido, irmã e cunhado para irmos passear, andamos o dia todo no shopping, almoçamos fora, fizemos supermercado e no final do dia passamos na casa dos meus pais. Não contei nada para eles, pois eles já estavam mais ansiosos que todos para que a Gabi nascesse.

Dia 20/4 09h00minh.

Acordei sentindo uma coliquinha, mas não dei muita importância, toda virada de lua eu tinha cólicas.

Botei roupa para lavar, comecei a arrumar a casa, pois tínhamos planos de ir ao culto na igreja do Leo à noite.

Quando parei para usar o PC, me toquei que a cólica não era beeeem cólica, pois a dor ia e vinha e cólica não era assim. Chamei o Leo e contei pra ele, ele achou melhor anotarmos por um tempo.

Contei para a Luana sobre a dorzinha por torpedo e ela disse que poderia ser ou não ser, pediu para observar e qq coisa ligar para a minha medica, mas eu tava era correndo de medico mesmo eheheh.

Aproximadamente 13h00minh, Leo falou com a Luana que orientou que eu fosse para o chuveiro e ficasse La por uma hora mais ou menos para ver se pegava ritmo, a dor já tava ficando mais fortinha, mas eu tava controlando super bem.

Ainda enrolei para ir ao chuveiro, mandei email na lista Materna SP e Clube das Esposas contando que achava que tava começando. Resolvi ir para o banho bem na hora do Jogo do Palmeiras, literalmente, não deixei o marido assistir ao jogo.

Ele corria no banheiro toda vez que vinha uma contração e voltava pra sala pra ver o jogo.

Nessa brincadeira ele falou com a Luana de novo e ela achou melhor vir para cá.

Sai do banho e fiquei quietinha no meu quarto, jogada em cima dos travesseiros, tentando não me entregar ainda às contrações.

Lembro bem quando o interfone tocou e o Leo me avisou que a Luana tava subindo, pensei comigo. agora eu  mergulho de vez.

Assim que chegou me perguntou como eu estava para sentir toques, eu respondi que não sabia, ate aquele momento ninguém tinha colocado a Mao em mim nem o Leo. Ela me fez massagem nas costas e foi taaaaaao bom!!!!

Meu nariz tava entupido, eu não conseguia respirar ela me deu um algodãozinho com um óleo cheirooooooooooooso que desentupiu legal!

Eu fiquei ainda no quarto um pouco, a Lua encheu a bola e La fui eu para a sala... acho que foi por alguns minutos, não sei bem... da hora q ela chegou ate encher a bola.

Fui para a sala, sentei no sofá, ou melhor, fiquei ajoelhada, e toda hora corria no banheiro, era vontade de fazer xixi depois de cada contração.

Numa dessas eu perdi a vergonha de vez, já que durante o TP vc praticamente não controla gases NE? Durante todo o dia eu fiz muito cocô, daí eu tinha certeza que meu corpo tava trabalhando para o parto mesmo, se limpando.

Lembro que entre uma contração e outra eu conseguia conversar na sala... num determinado momento a Lua me sugeriu sentar na bola, Leo sentou na minha frente pra me ajudar.

Assim que sentei senti um “ploc” no meio da barriga, olhei pra ele e falei, acho que com um tom bem engraçado porque ele riu. “Aii senti uma coisa aki, ta saindo áaagua” e daí levantei e fui direto pro banheiro.

A agüinha que consegui ver era clara, e não saiu taaanto assim, daí para frente à coisa pegou, as contrações começaram a ficar mais intensas uma por cima da outra, eu ia e vinha do banheiro para a sala toda hora.

A Lua me sugeriu começarmos a pensar em ir para o hospital, pois achava que eu já estava com uma dilatação legal.

Comentei “to com medo” e ela com uma doçura me falou que não precisava ter medo, que minha bebê estava chegando.

Enquanto ela me ajudava a vestir, Leo desceu com as malas para o carro dela, ele foi dirigindo e ela comigo no banco de traz fazendo compressão no quadril quando vinha uma contração.

Chegamos no hospital e queriam buscar cadeira de rodas pra eu subir ate a maternidade, a Lua me avisou que não dava era melhor eu ir andando mesmo!

Quando saímos do elevador uma contração e eu acocorei, Leo foi dar entrada nos papeis eqto a Luana me acompanhava ate a recepçaozinha.

Fiquei fula qdo disseram que eu teria que passar pela triagem mesmo, falei que eles iam ver minha cara e pensar se precisava mesmo. Eheheh

Cheguei na triagem e já foram me mandando pra sala da medica pra ela me examinar, mas com uma contração por cima da outra pra eu subir naquela cama(?) não dava pra ser tão rápido. Lembro que a medica (ou seria uma obstetriz) falar num tom meio desesperado que do jeito que estavam as contrações o bebê devia estar coroando. Ainda foi mal educada com a Luana. Nota zero para essa medica ou sei lá o que.

Ela fez um toque e avisou sete para oito cm, meio desesperada pediu o telefone da minha medica. Entreguei a carteirinha do pré  natal com o telefone das três medicas da equipe e já fui para a LDR. Tive que ir de cadeira de rodas, mas a enfermeira que nos levou era muito boazinha, sai de cadeira ate o corredor do LDR de La ate a sala fui a pé.

Entrei na sala e veio uma contração looooonga e bem dolorida, não lembro se me joguei na cama ou se ajoelhei... lembro que pedi a banheira de do jeito que eu fiquei de gatinho no chão eu me dirigi ate a água quentinha.

Achei que a banheira iria aliviar a dor mas não aliviava nada, e sair da banheira era pior pois eu sentia mais frio.

Em algum momento a enfermeira chefe me irritou, queria que eu saísse para fazer um toque, e que precisava me dar antibiótico por causa do strepto, que ate aquele dia eu não sabia que tinha dado positivo. Ela não calava a boca,e a Lua sugeriu que o Leo dissesse a ele que estava me atrapalhando, não sei se ele falou algo ou não, não lembro.

Mas sei que Eu avisei a ela que se ela me fizesse um toque naquele momento eu teria um treco.

Leo saiu da sala pois alguma enfermeira chamou ele, e quando ele voltou me avisou que a Dra. Alessandra estava na praia e não chegaria a tempo e as outras dois medicas da equipe estavam em outro parto.

Não sei como não perdi o rumo das coisas, pedi pra ligarem pra Dra. Andrea, e me disseram que já tinham tentado. Ta entendi que não era a Dra. Andrea Campos era a outra a da equipe da Dra. Ale, só eu para pensar que assim depois de uma única consulta podia pedir para a medica vir fazer meu parto NE?

Entrou o plantonista, que não lembro o nome agora, um Doutor jovenzinho japonês, a paz em pessoa. Me pediu para sair da banheira assim que as contrações dessem uma trégua.

Leo em algum momento me disse que tava acabando e eu ainda respondi “Mentiraaaaaaaaaa”.

O Dr.  Paz em pessoa, me ajudou a sair da banheira junto da Lua e do Leo, deitei e pedi analgesia. Pedi arrego  mesmo doía pra carambaaaaa e não era nas costas não, era na frente mesmo no osso da frente.

Ele fez o toque e disse que se eu quisesse analgesia seria naquela hora se não dava mais, pedi mesmo! Pedi pro Leo me segurar, me deu medo qdo vi a agulha, e todos aqueles instrumentos na mesa. Tinha até colher de fórceps, fechei o olho não queria ver mais aquilo.

Leo e Luana sempre me falando palavras de apoio a todo o momento.

Depois da anestesia eu literalmente curti um barato, até ria o Leo me disse.

Sentia os pés formigarem e a dor sumiu, só que eu não sabia qdo era hora de empurrar, então a Lua com a ,mão em cima da minha barriga avisava quando vinha a contração.

Pedi para o Dr. Não fazer episio, e ele me disse que não faria se a neném nascesse me mais dois ou três forças.

Ele disse que o colo ainda tava um pouco fechado (acho que era isso) ele abriu com a Mao, acho que sem anestesia nessa hora eu tinha mordido o teto.

Pedi pro Leo me segurar nas costas pra eu ficar mais sentada e conseguir empurrar mais longo.

Outro Dr. Veio para “ajudar” a BB a nascer e percebi que ele ia fazer um kristeller, falei pra ele não empurrar minhas costelas, e ele não fez força alguma por cima de mim.

Gabi nasceu olhando para cima às 00h41min do dia 21/04 medindo 48 cm e pesando 2.885Kg, não chorou, e não quis mamar. Não veio de imediato para meu colo pois segundo o médico havia mecônio. Não sei não tenho certeza disso.

Leo acompanhou limparem ela, pesarem e entregarem ela a mim.

Ela nasceu cansadinha, acho que por causa da analgesia.

Tive dois  lacerações, levei três pontinhos, que caíram com três dias.

Fui para o quarto e o Leo estava com a Gabi no berçário central, 20min depois do parto eu estava em pé indo ao banheiro sozinha.

Apaguei mesmo, dormi como há tempos não dormia tão pesado, acordei as 7h  e chamei as enfermeiras para trazerem a neném afinal eu havia informado que era alojamento conjunto.

Infernizei tanto elas que a Bebe só saiu do quarto para fazerem o teste do pezinho e da orelhinha.

Devo confessar, não digeri minha fraqueza em pedir a analgesia. Eu tenho certeza que pedi porque sabia que tinha La disponível pra mim.

Está decidido o próximo parto será em casa!

 

Algumas considerações:

- Não quiseram pegar o plano de parto quando o Leo deu entrada na internação.

- O Anestesista deu bronca na enfermeira quando ela avisou que eu queria a anestesia, pois ele estava com o plano de parto nas mãos e La dizia que não era para me oferecerem a bendita. Leo teve que explicar a ele que eu é quem estava pedindo.

- a única recomendação que eu dei ao Leo era que me dissuadisse de todo jeito e não me deixasse pedir cesárea, mas esqueci de falar da analgesia.

- o Dr. Paz em pessoa foi um anjo, pois acho que se fosse outro qualquer com pressa de encerrar o plantão tinha feito episio  para as coisas irem mais rápido.

- Foram pouco mais de 24h de trabalho de parto, e acho que a parte ativa da coisa foi até rápida demais para um primeiro parto.

- Eu não me toquei que seria feriado e que a médica poderia estar viajando, por isso não liguei para ela.

Agradecimentos:

À Gabrielle, por ter nos escolhido como seus pais, por ter contribuído para que eu aprendesse que paciência e perseverança são tudo em momentos que pensamos perder o controle. Com ela aprendi durante a gestação que nem tudo é como nos planejamos mas que Deus comanda as coisas. Depois do seu nascimento aprendi que o tempo é outro, as coisas são feitas com mais calma, mais atenção mais amor.

Ao Leo, que todo o tempo esteve comigo. Teve a maior paciência do mundo no inicio da gestação, eu só vomitava e chorava e se não fosse ele me dar apoio e carinho acho que tinha mergulhado numa dreprê. Foi e é um marido e amigo excepcionais. (E um pai fora de comum :^)

Luana por ter topado me doular, por ser uma super amiga e querida em todo momento de duvida, medos e afins.

Ana Cris e a Lista toda do Materna, que com os relatos, dicas e trocas de email em pvt me ajudaram a conseguir o parto, não digo como eu sempre idealizei, mas quase lá.

 

 

Aprendi que ser mãe é se doar por inteiro. Doar seu corpo para ser o casulo da Borboleta, dar colo e acalentar a todo o momento, dar peito para as dores, frustrações e as alegrias também!.

 

Estou amando essa nova fase, essa nova mudança na minha vida.

Dia 26/4 um ciclo foi fechado e iniciado outro, no dia do meu aniversario eu tinha o melhor presente do mundo este ano a Gabi comigo.

 

 

21/06/2008 - Alessandra Matos  mamãe da Gabi


eevelisebr wrote on Jun 25, '08
Amiga, li todo seu relato e me identifiquei muito. Tenho 3 filhos, e uma aversão enorme a cesárea, acho que os médicos usam muitas vezes sem necessidade, um médico até confessou pra mim, disse que é mais prático pra eles fazer a cirurgia.
Minha primeira filha nasceu de parto normal, sem anestesia, porque não me ofereceram, mas eu teria aceitado porque foi muito dolorido.
O segundo tinha tudo pra ser parto normal, mas na hora do parto ele mudou de posição, a tal posião OS, com a criança olhando pra cima, e como era grandinho tinha 3,530 Kg, não saia de jeito nenhum.
Depois de 1 hora o médico tentando virar e eu morta de fazer força e entre o fórceps e a cesárea... Já sabe né, fizeram a cesárea, fiquei nervosa, doeu muito a recuperação, fiquei até depressiva.
Não entendo como as mulheres sem saber preferem a cesárea, se elas soubessem como é gostoso sentir a criança passando, e como a recuperação é rápida jamais falariam tanta besteira.
Bom, o terceiro veio sem querer, 1 ano depois, a primeira coisa que pensei foi na cesárea, fiquei sem dormir duas noites com medo.
Mas o médico disse que poderia sem problemas ter parto normal após cesárea, e 8 meses depois (porque ele é um apressado), meu filho nasceu, de parto normal, com anestesia, praticamente sem dor.
Não se culpe por pedir a anestesia, algumas coisas foram criadas pra isso mesmo, pra aliviar dores e ajudar a gente. O importante foi a consciência que você teve sobre seu corpo e sobre o que queria.
Parabéns pela coragem, pela bebê, que Deus dê muita saúde a ela.
danieart wrote on Jun 25, '08
Que lindo seu relato amiga!!!! Graças a Deus correu tudo bem!!!!
Deus abençoe . . . .
Grande beijoooo . . . .
Dani & Letícia
martavictor wrote on Jun 25, '08
que lindo texto..
me emocionei...
cheiro!
malu1980 wrote on Jun 26, '08
Muito bonito seu relato e parabéns pela Gabi...
Eu não entendi alguns termos, se você pudesse depois eu me interesso mto pelo assunto
Bjs
nocas71 wrote on Jun 26, '08
Emocionei-me muito a ler!
Beijinhos
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